| Dons carismáticos |
| 15-Jun-2008 |
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Fonte: http://www.cancaonova.com
A fé é o dom que recebemos no batismo. Ele vai acrescentando em nós, a ponto de se tornar uma fé operativa. Não a fé intelectual: "Eu acredito que Jesus pode curar", e só. Não; de tal maneira estou convencido do poder curador do senhor, que minha fé me leva a ser instrumento dele.
Tudo isso depende de estarmos no Espírito Santo e permanecermos Nele. Leia a Palavra: "Quando eles chegaram perto da multidão, um homem aproximou-se dele e lhe disse, caindo de joelhos: "Senhor, tem piedade de meu filho: ele é lunático e sofre muito; cai muitas vezes no fogo ou na água. Embora eu o tenha trazido a teus discípulos, ele não o puderam curar". Tomando a palavra, Jesus disse: "Geração incrédula e transviada, até quando estarei convosco? Até quando terei de vos suportar? Trazei-mo aqui". Jesus ameaçou o demônio, que saiu do menino, e este ficou curado desde aquela hora. Então os discípulos, aproximando-se de Jesus, disseram-lhe em particular: "E nós, por que não conseguimos expulsá-lo?" Ele lhes disse: "Por causa da pobreza de vossa fé. Pois, em verdade, eu vos digo, se um dia tiverdes fé do tamanho de um grão de mostarda, direi a está montanha: Passa daqui para acolá; e ela passará. Nada vos será impossível" (Mateus 17,14-20). Ore agora: Tua Palavra é santa, Senhor. Tua Palavra é a Verdade. Eu quero acolher, viver esta Verdade. Acolho, agora, a Tua Palavra. A Tua Palavra é a Verdade. A Verdade está aqui! Eu quero viver esta Tua Palavra AGORA. Na Bíblia, o episódio que acabamos de ler vem logo depois da transfiguração. Jesus vai para o alto do monte, e lá se transfigura diante de Pedro, Tiago e João. Quando ele desce, encontra esta situação: os apóstolos tinham recebido aquele pai, e não conseguiram fazer nada pelo filho dele. Jesus expulsou o demônio, o menino ficou curado e Jesus o devolveu ao pai. Segue-se então a parte mais importante do Evangelho, no v. 19: "Então os discípulos disseram-lhe em particular: "Por que não pudemos nós expulsar esse demônio? Ele lhes disse: "Por causa da pobreza de vossa fé" (Mt 17,20a) Que é isso! Os apóstolos não tinham fé? Nós dizemos: "Claro que tinham!" Eles acreditavam em Jesus, acreditavam que ele era o filho de Deus, acreditavam que Jesus curava, acreditavam que ele expulsava o demônio. Eles acreditavam que o poder de Deus estava em Jesus. Acreditavam que Deus os estava usando. Prova disso é que foram à frente de Jesus, de aldeia em aldeia, de cidade em cidade, pregando, curando e vendo curas acontecerem. Eles viram! Portanto, acreditavam. Porém, diante daquela situação, diante do menino naquele estado, não acreditaram. Eles se julgaram muito pequenos para aquilo e Jesus foi claro: "Por causa da pobreza de vossa fé". E Jesus continua:
"Em verdade, eu vos digo: se um dia tiverdes fé do tamanho de um grão de mostarda, direis a esta montanha: passa daqui para acolá e ela passará. Nada vos será impossível" (Mt 17,20b).
Normalmente, nem aquele que fala em línguas nem os outros entendem o que se enuncia. Mas o Senhor, muitas vezes, quer que aquela oração seja de edificação para a comunidade; quer usar o veículo das línguas para falar à comunidade. Então, o Senhor dá, à mesma pessoa ou a outra pessoa, o dom da interpretação. É, portanto, outro dom: o dom de interpretar - não se trata de tradução. Às vezes, Deus nos fala por meio do dom de profecia em línguas. Nossa oração em línguas é uma oração de louvor, de adoração, de intercessão; é uma oração para Deus; não precisa de interpretação. Mas quando Deus usa o mesmo canal de oração em línguas para nos dirigir uma palavra de profecia, faz-se necessária a interpretação, do contrário a profecia não pode ser feita. No momento em que o grupo de oração se reúne, naquele instante de silêncio, alguém é movido pelo Espírito Santo a falar em línguas; e fala algumas frases em línguas. Deus suscita nesse momento o dom da interpretação, ao qual precisamos estar abertos. Como acontece isso? Vem à nossa mente, a nosso coração, a interpretação, o sentido daquelas palavras em línguas. E isso nos vem da mesma forma que o dom da profecia. Sentimos a interpretação nascer em nós. Esse dom é muito precioso, ele causa uma impressão maravilhosa na assembléia. É uma palavra muito forte, muito consoladora, que vem de Deus, e é expressa na linguagem dos anjos, na linguagem própria do Espírito Santo.
"Mas quem profetiza fala aos
homens: ele edifica, exorta, encoraja. Quem fala em línguas edifica a si mesmo,
mas quem profetiza edifica a assembléia. Desejo que todos vós faleis em
línguas, mas prefiro que profetizeis" (1Cor 14,3-5a). Quando estamos em cima de oração, nasce em nós, em nosso coração, em nossa mente, uma palavra: "Confiai em mim, porque eu sou o vosso Senhor. Ponde vossa confiança unicamente em mim, porque estais cercados por muitos falsos profetas, por muitas insinuações do mal. Ponde vossa confiança em mim! Eu sou o vosso Senhor, conduzo vossas vidas, vosso presente, vosso futuro. Confiai em mim, ponde vossa total confiança em mim. Eu sou vosso Senhor, deixai-me conduzir vossas vidas, deixa-me ser vosso Senhor". A palavra de profecia vem dessa maneira, em primeira pessoa. Na verdade, não sou eu que estou falando. É Deus mesmo falando à assembléia. A palavra de profecia não é empréstimo de uma frase da Bíblia. Não é repetir o que nos vem na cabeça. Quando estamos num ambiente de oração, oramos, cantamos em línguas; podem vir à nossa mente palavras da Bíblia, o que é ótimo, podem vir até palavras na primeira pessoa, como: Eu sou a Luz do mundo! Eu sou o Bom Pastor! Ótimo. Deixe palavras como estas brotarem em você, acolha-as; é Deus quem inspira. Mas profetizar não é repetir frases bíblicas. Quando a palavra é de profecia, ela vem e é insistente. No início, quando não estamos acostumados, começamos a ter palpitações, sentimo-nos sufocados! A palavra de profecia é uma ordem imperiosa, ela quer se apresentar. Depois, quando já estivermos acostumados, não há mais palpitação, nos tornaremos mais dóceis e percebemos quando é palavra de profecia! Na palavra de profecia, o próprio Deus nos fala, às vezes consolando, às vezes exortando, noutras repreendendo. E é interessante notar que o efeito da palavra de profecia sobre a assembléia é muito positivo. a palavra de profecia muda o ambiente do grupo de oração. O efeito da palavra de profecia faz diferença dentro de nós. Quando há palavras que não são de profecia, o ambiente fica pesado, monótono, o que prejudica a oração. Com a palavra de profecia não é assim: nós a recebemos e sentimos "aquela sensação gostosa". Mesmo quando é severa, percebemos que vem de Deus, e isso eleva o grupo todo, eleva a oração. Há mais unção, mais força, mais espontaneidade. Duas ou três palavras de profecia em um grupo de oração se transforma! Precisamos abrirmos ao dom de profecia! Precisamos cultivar o dom de profecia.
Não somos nós que curamos; é
Jesus. Cheio do Espírito Santo, Jesus saiu por todas as partes curando. Da
mesma forma, o Espírito quer se manifestar em nós - que somos membros do Corpo
de Cristo; as mãos, os pés do Corpo Místico de Cristo -, levando cura àqueles que
dela precisam. Geralmente pensamos que a cura seja uma coisa extraordinária. Grande parte das nossas doenças são chamadas psicossomáticas; são conseqüência de preocupação, ansiedade, angústia, ressentimento, rancor... Causam problemas de estômago, vesícula, rim, coluna, dor de cabeça, problemas respiratórios, pressão alta, baixa... São conseqüências de nossa vida desviada dos caminhos do Senhor. O dom da cura e o dom da fé estão ligados. Porque acreditamos, oramos pelas pessoas, como Jesus mandou: "Em qualquer casa onde entrardes, dizei: Paz a esta casa. Se ali houver algum doente, orai por este doente. Recebestes de graça, de graça dai" (...). E o Senhor garante: "E a oração da fé salvará o enfermo. E o Senhor o levantará". Jesus não apenas mandou fazer, mas deu o exemplo. Os apóstolos viam Jesus fazendo constantemente isso. Quando Ele chegou à casa de Pedro, viu que a sogra de Pedro estava doente, com uma febre altíssima. Jesus orou por ela, orou com expectativa, e a cura aconteceu. Era assim constantemente, e os apóstolos aprenderam. Quando foram mandados dois a dois, ao voltarem contaram as maravilhas que o Senhor realizara. Faça isso: comece a orar pelas pessoas, para que sejam curadas. Não espere juntar uma platéia para começar. Comece em casa. Em geral, é mais fácil começar pelas crianças. Crianças são muito sensíveis, não têm pecado, nem barreiras. A cura acontece muito facilmente nelas. Você vai crescer na fé, orando e vendo a cura se realizar; vai acreditar ao ver que o Senhor cura por meio de nós. O Senhor quer que você acredite nisso. Não é você que vai curar, porque o próprio dom de curar vem do Espírito Santo. É o Espírito que cura; nós somos apenas seus instrumentos.
Aja de acordo com sua fé. Ela será sempre do tamanho de um grão de mostarda: mas, uma vez que Deus lhe deu a fé, aja de acordo com ela; vá a Jesus, receba de Jesus o carisma e leve-o a quem dele precisa. Faça isso, e assegure à pessoa que estiver doente que o Senhor quer curá-la. Quando acreditamos, o impossível acontece. Não basta que eu acredite; estou pedindo a Deus que você acredite, que lhe seja concedida a certeza da fé, e que você aja de acordo com a fé, porque para Deus nada é impossível. O Senhor quer hoje que nós, por meio dos dons, dos carismas, sejamos os portadores da cura de Deus. "Obrigado, Senhor nosso Deus! Muito obrigado por tudo o que o Senhor faz, por tudo que o Senhor realiza. Amém!"
O primeiro dom que se manifestou
foi o de línguas. Em pentecostes, os discípulos, junto com Maria, ficaram
cheios do Espírito Santo e começaram a orar, a louvar, a cantar numa língua
nova, a língua do Espírito. Alguns interpretaram o acontecimento e disseram:
''Eles louvam a Deus, estão cantando as glórias de Deus, e nós estamos
entendendo com o coração''. Outros estavam ali como curiosos, brincando,
zombando, dizendo que os discípulos estavam bêbados. Pedro explicou: '' Não
estamos bêbados; pelo contrário, está se cumprindo a profecia de Joel''. O
primeiro dom criou confusão. Além disso, Ele é a ligação entre Deus e nós. A oração que vai e a oração que volta. Quando somos introduzidos no Espírito Santo, saímos cheios de oração, porque o Espírito Santo é oração, uma oração de fogo, infalível. Nós damos o combustível, que é o nosso ar. Movemos nossas cordas vocais, movemos a boca, a língua, geramos sons; e o que acontece? O Espírito Santo ora, fala e canta em nós. Fornecemos a expressão palpável, mas quem dá o conteúdo, o fogo e a oração é o Espírito Santo. Você não imagina o valor dessa oração! Porque não somos nós orando simplesmente. É o Espírito Santo orando em nós!
Que acontece no dom de línguas? Quem entra em ação não é a nossa inteligência. Movimentamos
as cordas vocais, soltamos o ar, mexemos a língua, a boca, e produzimos som;
mas o conteúdo vem do Espírito Santo. Da minha inteligência? Não! Da inteligência
do Espírito Santo. São explica isso na Epístola aos Romanos, 8,26:
Ligado à cura está o dom dos milagres. Certas curas são verdadeiros milagres: acontecem imediatamente de maneira extraordinária. O processo de cura é demorado, mas o milagre é imediato. Além dos milagres no campo da cura, há muitos milagres que o Senhor faz em muitos outros campos da nossa vida. Pela fé carismática, começamos a perceber os milagres acontecendo nas nossas vidas, nos nossos grupos, em nossas comunidades. O que nunca se esperava acontece, o impossível acontece. Além da cura, Deus pode fazer milagres em nossa vida. Os santos de que fala o Evangelho foram homens repletos do Espírito, banhados em fé, em suas vidas, por isso milagres aconteceram com eles. A fé está sendo suscitada, e quando temos um povo que acredita, que crê na força do Espírito, os milagres de Deus começam a acontecer no meio de nós.
É bom lembrar que Deus não está a nossa disposição como se ele fosse um escravo
para atender os nossos pedidos a qualquer momento. A nós o pedido e a Deus,
pela sua misericórdia, o realizar. Se ele quer o milagre, ele o fará. É
importante frisar que não podemos apoiar nos milagres para termos mais fé. Pois
o próprio Deus, já nos deu provas suficientes e concretas de que está zelando
por nós. Para um judeu, por exemplo, os acontecimentos do dia a dia são
milagres: O nascer do sol, o rio que corre das colinas, o abrir os olhos a cada
manhã, o firmamento, a ordem do universo.
O inimigo age sorrateiramente. Para distinguir sua ação em nosso ambiente, o único meio é o Espírito Santo; ninguém tem por si discernimento. Paulo VI destacou em um de seus pronunciamentos: "O dom dos dons para os tempos de hoje é o discernimento". E é mesmo, do contrário somos levados por ventos de várias doutrinas, a mesmo, sem saber para onde vamos. Para possuir discernimento, o básico é aprender a ouvir o Senhor; suas emoções, inspirações. Muitas vezes o sentimento dentro de nós, movendo-nos: "Faça assim, não diga aquilo", mas em geral sepultamos isso, fazendo até o contrário. O Espírito Santo dá o dom do discernimento àqueles que estão n'Ele, imersos, banhados n'Ele. Àqueles que dão tempo à escuta, à oração, à Palavra. Temos de ser dóceis à condução do Espírito. É muito necessário distinguir o que vem de Deus, de Jesus, do Espírito Santo, de Maria, dos anjos. Caso contrário, tudo se confunde na nossa cabeça. Deus quer nos dar essa graça, o dom de discernimento dos espíritos, que é resultado de nossas caminhada pela tenda da oração.
A falta de discernimento é própria dos iniciantes e dos imaturos. É claro que Deus nos salva nessas situações. Temos sido salvos por Ele, que quer nos dar, cada vez mais, o discernimento dos espíritos, a capacidade de perceber e de sentir em nós o que é de Deus e o que não é; o que vem do Espírito Santo e o que vem do mal.
Temos de ser cuidadosos quanto a isso: pois em nosso espírito humano se
misturam o orgulho, a vaidade, o ciúme, a inveja, rivalidades e competições com
os outros. O Senhor tem para nós esse grande dom, esse precioso dom que é o discernimento dos espíritos. Embora ele seja um dom, embora nos seja dado gratuitamente, é resultado, também, da nossa caminhada. Precisamos caminhar e amadurecer e o que nos amadurece é a perseverança, a oração, a Palavra de Deus e a docilidade. E com a maturidade vem também o discernimento dos espíritos. Que Deus dê a você esse grande dom.
Você pode orar agora: Senhor, Jesus, peço o discernimento dos espíritos. Preciso muito desse dom, para não confundir todas as coisas. Não quero saber de nada de mau, não quero saber confundir. Quero ser guiado, conduzido, orientado por ti. Dá-me, Senhor, o dom do discernimento dos espíritos. Amém! Peço para você a graça da caminhada, do crescimento, para que venha a trilhar o seu caminho com perseverança. Peço que, amadurecido, crescido e arraigado em Jesus, que você tenha todo discernimento, para poder servir ao Senhor cada vez melhor; como bom e prudente, a quem o Senhor pode confiar o que tem de mais precioso.
Quando a palavra de profecia surge espontaneamente nos nossos grupos, especialmente depois da oração, do canto em línguas e do silêncio, esse é um momento muito oportuno para Deus nos dar a palavra de ciência. A palavra de ciência é chamada também palavra de conhecimento. É como um diagnóstico. Deus nos dá um conhecimento que não poderíamos alcançar por nosso próprio esforço. Essa palavra de ciência vem de nós. Chama-se palavra porque nos é dada através de uma expressão, de uma frase, ou de uma imagem. Sua função é indicar algo que Deus que fazer. Às vezes você está orando por alguém, e lhe sobrevém uma palavra, uma imagem. E, no momento em que você apresenta essa imagem, ela funciona como uma chave de interpretação. A palavra de ciência vem a nós, ressoa no nosso interior, como imagem que vem à nossa mente. Deus envia a palavra de ciência necessária, a palavra de conhecimento de que uma pessoa precisa, para podermos agir juntos à pessoa e ajudá-la a sair do problema. Não duvide da palavra de ciência. Use-a na sua oração, ou fale com a pessoa pela qual você está orando, perguntando-lhe o que aquela palavra diz a ela, à vida dela. Use-a para levar a cura aos seus irmãos, para levar-lhes a libertação do reino de Deus, para revelar o mundo sobrenatural, o trono da graça do Rei. Obrigado, Senhor, pelo precioso dom de ciência! Dá-me a palavra de ciência e usa-me, Senhor, o quanto quiseres, para agir na vida dos meus irmãos! Eis-me aqui, meu Senhor e meu Deus. Estou pedindo, Senhor, que manifestes teu poder, manifestes tua glória nesses meus irmãos e irmãs, através da palavra de ciência. Sabes que teu povo está doente, oprimido, amarrado, Senhor! E queres levar-lhe a verdadeira cura, a verdadeira libertação! Usa-nos, Senhor, no dom da palavra de ciência. Amém!
Sabedoria e ciência caminham
juntas, como dois remos, para conduzir o povo de Deus. Sabedoria aqui não é
sabedoria humana; não é cultura, grau de estudo. É a sabedoria que vem do
Espírito. E esse dom não nos torna autoridades; não nos habilita a falar
grosso, na ponta dos pés. Não. É a coisa mais simples do mundo e beneficia não
a nós mesmos, mas ao outro. Somos apenas o fio condutor, não nos esqueçamos
disso. Às vezes, nem sabemos que aquilo que dissemos ao outro foi uma palavra
de sabedoria; nem percebemos que atingiu o outro, que tocou, transformou, tirou
da dúvida, tirou da opressão, da desorientação. Esse dom da sabedoria, o Senhor
não o quer apenas para alguns pregadores, estudiosos, mas para todos: para o
pai de família, a mãe, o operário, o jovem... Trata-se de uma sabedoria
"feijão com arroz", que você vai levar para seu filho, sua filha, sua
mulher, seu marido, vizinho, empregado, para o companheiro de serviço... Porque
estamos no Espírito, batizados n'Ele, Ele se manifesta em nós. O dom da palavra de sabedoria é um dom doméstico... é a palavra, o pensamento ou idéia que o Senhor nos envia no momento oportuno.
Diante de uma criança que precisa de correção, às vezes somos impelidos pela
cólera e já queremos bater e ralhar! Neste momento, perceba, o próprio Espírito
Santo nos orienta com sua sabedoria. Às vezes é falar, às vezes repreender, às
vezes é melhor esperar! Mas o Espírito Santo sempre traz a orientação! O
Espírito Santo vai inspirar em nosso coração a palavra certa. A palavra de
sabedoria é como a semente; ela não é grande, é pequenina! O Espírito Santo
planta a semente da sabedoria, que é o certo, o correto...
Se você é uma pessoa atenta à Palavra de Deus, se cultiva a docilidade, com
certeza Deus vai lhe dar a palavra de sabedoria! E o melhor é que
A palavra de sabedoria é um dom preciosíssimo, é o dom pelo qual Deus conduz as
nossas vidas. E ela está aí, a nosso alcance; resta-nos acolhê-la para levá-la
a nossos irmãos. |






